Venda de jogos em 2008
vendas total
1. Grand Theft Auto IV 6.293.000
2. Super Smash Bros Brawl 5.433.000
3. Mario Kart Wii 4.697.000
4. Wii Fit 3.604.000
5. Guitar Hero III 3.475.000
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Novo game de "Tony Hawk" será realista, diz atleta

Em uma entrevista cedida ao site CNet, o skatista Tony Hawk afirmou que o próximo game da série de esporte radical que leva seu nome será o mais realista do gênero. "Posso garantir que é o mais próximo de skate real que todos terão visto", disse o atleta que é um dos ícones do esporte.Curiosamente, os títulos anteriores da série originalmente lançada para o PSOne - e posteriormente contando com versões para todos os principais consoles que vieram depois - contavam com um elemento bastante "arcade", com manobras impossíveis de serem executadas na realidade (se quisesse, o jogador podia fazer "grinds" - como é chamado o movimento de deslizar usando o corpo do skate sobre um corrimão, por exemplo - eternamente).O mais recente jogo da série principal, "Tony Hawk's Proving Ground", teve recepção morna pela crítica e público - ainda mais sob a sombra do rival "Skate", da Electronic Arts, mais realista - e, por conta disso, a Activision e a produtora Neversoft deram uma pausa na série para repensar seus conceitos.Até o momento, nenhum detalhe mais específico do décimo game da série principal de Hawk foi revelado em caráter oficial, mas relatos indicam que o game poderá ter um controle em forma de skate, em que o jogador sobre em cima de uma prancha e faz as manobras deslocando seu ponto de gravidade.
Começa pré-venda de "The Sims 3" no Brasil


The Sims 3" chega às lojas apenas em 20 de fevereiro de 2009, mas a Electronic Arts Brasil já começou a pré-venda do jogo em território nacional, processo que abrange a "Edição de Colecionador" e a "Edição de Colecionador Deluxe", que é limitada.A "Edição de Colecionador", que sai por R$ 139, inclui um guia de dicas e truques, guia de referência e um código para download de um carro exclusivo europeu para o jogo - reservando na pré-venda, os fãs ainda ganham um carro esportivo americano exclusivo para o jogo.Já a "Edição de Colecionador Deluxe", disponível apenas na pré-venda online ou enquanto durarem os estoques, custa R$ 199. O pacote, que vem em uma caixa exclusiva, contém o jogo, um pen drive em forma de prisma de 2GB, guia de referência, guia de dicas e truques, carro europeu esportivo e carro esportivo americano para o jogo e pôster.Outra opção é a edição convencional, que custa R$ 99 e, ao menos por enquanto, não está em pré-venda.É possível reservar "The Sims 3" pelos sites de lojas como Americanas, Datishop, Extra, Fnac, Pernambucanas, Saraiva, Submarino e Wal Mart.
Mais liberdade
Em "The Sims 3", os mapas são abertos e podem ser explorados livremente. Além disso, o sistema de criação de personagem também passou por melhorias, incluindo uma maior variedade na configuração de suas personalidades.Em abril, essa popular franquia ultrapassou a marca das cem milhões de unidades vendidas. Criado pela Maxis e lançado pela Electronic Arts em 2000, o game original rendeu uma série de expansões com novos objetos, situações e funções. Sua seqüência, "The Sims 2", seguiu o mesmo rumo e, e em breve, "The Sims 3" deve trazer ainda mais mudanças ao formato. O game está previsto para sair em 20 de fevereiro.
Em "The Sims 3", os mapas são abertos e podem ser explorados livremente. Além disso, o sistema de criação de personagem também passou por melhorias, incluindo uma maior variedade na configuração de suas personalidades.Em abril, essa popular franquia ultrapassou a marca das cem milhões de unidades vendidas. Criado pela Maxis e lançado pela Electronic Arts em 2000, o game original rendeu uma série de expansões com novos objetos, situações e funções. Sua seqüência, "The Sims 2", seguiu o mesmo rumo e, e em breve, "The Sims 3" deve trazer ainda mais mudanças ao formato. O game está previsto para sair em 20 de fevereiro.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Canal de compra do Wii tem sinuca e jogo '3-em-1'
Segunda-feira é dia de atualização no Shop Channel, canal de venda de conteúdo por download no Wii. Neste dia 29, dois jogos originais e um título clássico foram acrescentados ao serviço online do console da Nintendo.O primeiro jogo é "Maboshi's Arcade", um título em que o jogador é desafiado em três modalidades simultâneas. Cada janela traz uma mecânica de jogo diferente: individualmente, cada game é simples, mas a combinação dos três pode se tornar uma tarefa complicada. O título custa 800 Wii Points (US$ 8).Já "Cue Sports - Pool Revolution" é um jogo de bilhar com diversas modalidades, incluindo um multiplayer online para até quatro jogadores. Os controles são feitos pelo direcional (para escolher a direção e a força da tacada), pelo apontador (para indicar o local que o taco acerta na bolinha) e por gestos, ao projetar o Wii Remote para frente e efetivar a tacada. Custa 500 Wii Points (US$ 5).Por fim, "Zoda's Revenge: StarTropics II", título de ação e aventura lançado originalmente para NES em 1994, coloca o jogador novamente na pele de Mike Jones, desta vez numa viagem através do tempo e do espaço. O título sai por 500 Wii Points (US$ 5).
Melhores do ano


Metacritic divulga os melhores e os piores de 2008
1. Grand Theft Auto IV (98 pontos nas versões para X360 e PS3)
2. LittleBigPlanet (95 pontos, PS3)
3. Metal Gear Solid
4: Guns of the Patriots (94 pontos, PS3)4. BioShock (94 pontos, PS3) e Shin Megami Tensei: Persona 4 (94 pontos, PS2)
5. Super Smash Bros. Brawl (93 pontos, Wii) e Gears of War 2 (93 pontos, X360)
6. Chrono Trigger (93 pontos, DS) e Braid (93 pontos, XLA)
7. World of Goo (94 pontos no WiiWare e 91 no PC; média de 92,5)
8. Fallout 3 (93 pontos para X360 e 92 no PS3 e PC; média de 92) e Galactic Civilizations II: Twilight of the Armor (92 pontos, PC)
9. Rock Band 2 (92 pontos no X360 e 91 no PS3; média de 91,5)
10. God of War: Chains of Olympus (91 pontos, PSP) e World of Warcraft: Wrath of the Lich King (91 pontos, PC)
Piores de 2008
1. SPOGS Racing (18 pontos, WiiWare) e Pong Toss: Frat Party Games (18 pontos, WiiWare)
Piores de 2008
1. SPOGS Racing (18 pontos, WiiWare) e Pong Toss: Frat Party Games (18 pontos, WiiWare)
2. Beauty Factory (22 pontos, PC)
3. Homie Rollerz (23 pontos, DS)
4. Jumper: Griffin's Story (28 pontos, Wii) e Racing Team Manager (28 pontos, PC)
5. Jumper: Griffin's Story (29 pontos, 360), Game Party 2 (29 pontos, Wii) e Beat'n Groovy (29 pontos, XLA)
6. George and the Jungle and the Search for the Secret (30 pontos, PS2), Woman's Volleyball Championship (30 pontos, PS2), Vampire Rain: Altered Species (30 pontos, PS3), Ford Racing Off Road (30 pontos, Wii) e Crazy Mouse (30 pontos, XLA)
7. Toy Shop (31 pontos, DS) e Rapala Fishing Freanzy 2009 (31 pontos, PS2)
8. Falling Stars (32 pontos, PS2), Best of Tests DS (32 pontos, PS2), Iron Man (32 pontos, PC) e Code of Honor 2: Conspiracy Island (32 pontos, PC)
9. Target: Terror (33 pontos, Wii) e The Incredible Hulk (33 pontos, PC)
10. Jackass: The Game (34 pontos, PC) e King of Clubs (34 pontos, Wii)
sábado, 27 de dezembro de 2008
"Dissidia: Final Fantasy" nocauteia concorrentes no Japão
1. (PSP) Dissidia: Final Fantasy - 489.100 - 489.100
2. (PS3) Dynasty Warriors: Gundam 2 - 176.400 - 176.400
3. (DS) Kirby Super Star Ultra - 149.600 - 779.100
4. (Wii) Animal Crossing: City Folks - 144.500 - 731.500
5. (DS) Tales of Hearts: Anime Movie Edition - 123.600 - 123.600
6. (DS) Wagamama Fashion: Girl's Mode - 99.900 - 441.600
7. (PS2) Dynasty Warriors: Gundam 2 - 99.700 - 99.70
8. (DS) Pokémon Platinum - 85.800 - 2.152.100
9. (PS2) Fate - Unlimited Codes - 82.900 - 82.900
10. (DS) Momotarô Dentetsu: 20th Anniversary - 79.700 - 79.700
2. (PS3) Dynasty Warriors: Gundam 2 - 176.400 - 176.400
3. (DS) Kirby Super Star Ultra - 149.600 - 779.100
4. (Wii) Animal Crossing: City Folks - 144.500 - 731.500
5. (DS) Tales of Hearts: Anime Movie Edition - 123.600 - 123.600
6. (DS) Wagamama Fashion: Girl's Mode - 99.900 - 441.600
7. (PS2) Dynasty Warriors: Gundam 2 - 99.700 - 99.70
8. (DS) Pokémon Platinum - 85.800 - 2.152.100
9. (PS2) Fate - Unlimited Codes - 82.900 - 82.900
10. (DS) Momotarô Dentetsu: 20th Anniversary - 79.700 - 79.700
DSi continua no topo; "Dissidia" coloca PSP em 2º no Japão

O estupendo lançamento de "Dissidia: Final Fantasy", jogo ação e combate com elementos de RPG, que vendeu quase 500 mil unidades na semana passada, fez o PSP tomar a segunda posição que vinha sendo do Wii nas últimas semanas.No entanto, apesar de uma óbvia melhora, o portátil da Sony não conseguiu superar Nintendo DSi, segundo os dados fornecidos pelo Instituto Media Create, empresa de referência na venda de jogos e consoles na Terra do Sol Nascente.Com 204 mil unidades, o DSi foi o campeão na semana que antecedeu o Natal, entre 15 e 21 de dezembro, seguido do PSP, que vendeu mais do que dobro da semana anterior: 146 mil contra 71 mil. O Wii caiu para terceiro, tendo vendido 131 mil unidades.Mesmo havendo um modelo mais equipado no mercado, o DS Lite ainda teve fôlego para abocanhar a quarta posição com mais de 50 mil unidades, 10 mil a mais que o PlayStation 3, o quinto. O Xbox 360, que já teve dias melhores no país, aparece na sexta colocação com apenas 12,9 mil unidades.Veja o ranking de venda de consoles e o acumulado para cada plataforma em 2008:
1. Nintendo DSi - 204.144 - 1.042.714
2. PSP - 145.957 - 3.574.279
3. Wii - 131.054 - 2.727.858
4. Nintendo DS - 50.308 - 2.658.773
5. PlayStation 3 - 39.136 - 934.799
6. Xbox 360 - 12.914 - 309.098
7. PlayStation 2 - 8.662 - 462.042
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
GRANDE JOGO


Sente falta do sangue frio correndo em suas veias enquanto você mira na cabeça do seu adversário? Pois então chegou a hora de você conhecer a evolução do estilo Counter-Strike e aprender a usar novas armas. Combat Arms marca um novo passo nos jogos de tiro em um game onde seu jogador se torna mais forte a cada inimigo abatido.
O jogo impressiona em todos os aspectos e não deve nada a nenhum outro título gratuito de tiro em primeira pessoa. Trata-se de um novo jogo multiplayer online que além de propor espetáculos de tiro com extremo realismo, fazem com que você ganhe poder ao juntar experiência e adquirir mais equipamentos. Neste momento você pode estar na mira de algum adversário, então não fique parado, pegue sua arma e detone seus oponentes.
Fazia muito tempo que os jogadores de plantão não conferiam um jogo tão empolgante e totalmente gratuito como este. Os gráficos deste game são espetaculares, seus cenários são bastante ricos e a movimentação é de tirar o fôlego. Aqui qualquer um pode empunhar a sua arma e embarcar em uma disputa para se tornar mais poderoso a cada inimigo abatido.
Você pode criar seu personagem ao início do jogo e se utilizar de novos recursos para deixá-lo com a aparência que você quiser. Se desejar poderá gastar sua mesada real para trocar de personagem no meio da partida ou ainda comprar aparências únicas.
Counter-Strike 1.6 se utilizava de armas e equipamentos reais, mas que precisavam ser comprados a cada nova partida com o dinheiro adquirido. Em Combat Arms você ganha dinheiro e experiência a cada partida e pode utilizá-los para se tornar cada vez mais preciso no campo de combate.
Por que ele é melhor?
Diversas armas reais com grande poder de fogo estarão a sua disposição e uma imensa variedade de granadas e equipamentos. A lista de equipamentos é imensa e é atualizada constantemente. O jogador também irá passar de nível quando juntar experiência suficiente para e ganhar mais precisão com suas armas.
Preparem suas armas
Você pode acessar a loja de armas a qualquer hora que estiver fora das partidas e ter acesso a novas armas e equipamentos. Cada personagem tem cinco espaços para alojar seus brinquedos: um para sua arma principal, um para sua arma secundária, arma branca, lugar para granadas e uma mochila para carregar outras armas. Seu soldado também possui cinco posições para suas roupas: cabeça, rosto, uniforme, vestimenta e mochila. Também é possível coletar as armas deixadas ao chão por inimigos derrotados
Outra grande novidade deste jogo é que cada arma vem na sua configuração básica, ou seja, sem qualquer acessório. O jogador deve comprar uma mira telescópica para poder ter acesso ao zoom de sua arma por exemplo. Silenciadores e pentes estendidos também podem fazer toda a diferença no meio da partida. Vale lembrar que todos estes equipamentos serão adquiridos por certo período de tempo, sendo mais caros para períodos maiores
O jogo impressiona em todos os aspectos e não deve nada a nenhum outro título gratuito de tiro em primeira pessoa. Trata-se de um novo jogo multiplayer online que além de propor espetáculos de tiro com extremo realismo, fazem com que você ganhe poder ao juntar experiência e adquirir mais equipamentos. Neste momento você pode estar na mira de algum adversário, então não fique parado, pegue sua arma e detone seus oponentes.
Fazia muito tempo que os jogadores de plantão não conferiam um jogo tão empolgante e totalmente gratuito como este. Os gráficos deste game são espetaculares, seus cenários são bastante ricos e a movimentação é de tirar o fôlego. Aqui qualquer um pode empunhar a sua arma e embarcar em uma disputa para se tornar mais poderoso a cada inimigo abatido.
Você pode criar seu personagem ao início do jogo e se utilizar de novos recursos para deixá-lo com a aparência que você quiser. Se desejar poderá gastar sua mesada real para trocar de personagem no meio da partida ou ainda comprar aparências únicas.
Counter-Strike 1.6 se utilizava de armas e equipamentos reais, mas que precisavam ser comprados a cada nova partida com o dinheiro adquirido. Em Combat Arms você ganha dinheiro e experiência a cada partida e pode utilizá-los para se tornar cada vez mais preciso no campo de combate.
Por que ele é melhor?
Diversas armas reais com grande poder de fogo estarão a sua disposição e uma imensa variedade de granadas e equipamentos. A lista de equipamentos é imensa e é atualizada constantemente. O jogador também irá passar de nível quando juntar experiência suficiente para e ganhar mais precisão com suas armas.
Preparem suas armas
Você pode acessar a loja de armas a qualquer hora que estiver fora das partidas e ter acesso a novas armas e equipamentos. Cada personagem tem cinco espaços para alojar seus brinquedos: um para sua arma principal, um para sua arma secundária, arma branca, lugar para granadas e uma mochila para carregar outras armas. Seu soldado também possui cinco posições para suas roupas: cabeça, rosto, uniforme, vestimenta e mochila. Também é possível coletar as armas deixadas ao chão por inimigos derrotados
Outra grande novidade deste jogo é que cada arma vem na sua configuração básica, ou seja, sem qualquer acessório. O jogador deve comprar uma mira telescópica para poder ter acesso ao zoom de sua arma por exemplo. Silenciadores e pentes estendidos também podem fazer toda a diferença no meio da partida. Vale lembrar que todos estes equipamentos serão adquiridos por certo período de tempo, sendo mais caros para períodos maiores
OutRun PS 3



OutRun" é um clássico da Sega que nasceu em 1986 nos fliperamas. De lá para cá, ganhou continuações paralelas, como "OutRunners", até que, em 2003, saiu a sequência canônica. "OutRun 2" foi sucedido por "OutRun 2006: Coast 2 Coast", para PC, PlayStation 2, Xbox e PSP.E é exatamente "Coast 2 Coast" que mais se parece com "OutRun Online Arcade", o primeiro da franquia que será vendido por download, nos serviços de distribuição digital do Xbox 360 e do PlayStation 3, mas, naturalmente, com alta resolução de imagens.A modalidade OutRun mantém a progressão clássica da série: numa corrida de cinco etapas, os jogadores escolhem o caminho passando por bifurcações. As pistas, que somam 15 no total, retratam paisagens tipicamente americanas, como as ladeiras de San Francisco e as praias da Califórnia. Mas o game também possui a modalidade Heart Attack, que consiste em conquistar a garota que está no banco dos passageiros fazendo manobras ousadas - com o carro, evidentemente. Por falar em veículos, o jogador escolhe entre dez modelos de Ferrari. Já no modo Time Attack, os jogadores competem contra o relógio."OutRun Online Arcade" ainda possui um modo multiplayer para seis jogadores. O título conta com chat de voz e conquistas (ou troféus, no caso da versão para PlayStation 3), mas, estranhamente, somente o console da Sony conta com placar de líderes. O jogo está sendo desenvolvido pela Sumo Digital, que também fez "OutRun 2006: Coast 2 Coast".
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
gta de ps 2 tambem comtem senas de sexo
A série "Grand Theft Auto" já foi alvo de muitas controvérsias, mas a mais recente edição, "San Andreas", está quebrando todas as barreiras.O centro da polêmica é um programa que altera o código original do jogo e libera cenas interativas de sexo na versão para PC. Depois, vieram modificações também para a versão de Xbox.O fato causou a revolta de diversos políticos, em especial de Hillary Clinton, senadora por Nova York, que pretende propor leis que impeçam que produtos destinados a adultos sejam vendidos a menores de idade.Em defesa, a produtora do jogo, a Rockstar, alega que as cenas de sexo não fazem parte do código original e que se trata de uma modificação não autorizada. Mas um teste feito pelo site Gamespot pode pôr fim à essa tese.Usando uma versão lacrada de "Grand Theft Auto: San Andreas" para PlayStation 2, a redação do site conseguiu destravar minigames similares à modificação polêmica para PC com a ajuda de acessórios como GameShark e Action Replay, usados para liberar dicas e fases secretas nos jogos para videogames.O fato reforça as palavras de Patrick Wildenborg, o holandês que desenvolveu a modificação para PC, que afirma que apenas tornou disponível o minigame, previamente programado no game em si.A ESRB, órgão que classifica os jogos por faixa etária nos EUA, também está envolvida na polêmica e foi acusada de ser imparcial por não rotular o título como "AO", somente para adultos, cujas vendas são mais restritas. "Grand Theft Auto: San Andreas" recebeu classificação "M", para maiores de 17 anos.
PlayStation 3 Need for Speed Undercover
Need for Speed" é uma franquia que já tem 14 anos e pode ser considerada uma série clássica. Desde 1997, o título recebe pelo menos uma edição por ano. Em sua história, a série viveu altos e baixos, e o mais recente destaque da franquia foi "Most Wanted", de 2005. Mas, de lá para cá, "Need for Speed" foi descendo a ladeira, na mesma velocidade dos possantes carros que costumam aparecer em seus games, e parece ter atingido um dos pontos mais críticos com "Undercover"."Need for Speed Undercover" não traz novidades e nem evolui as idéias implementadas por seus antecessores. Pelo contrário, em muitos aspectos, houve um retrocesso, e alguns dos problemas comprometem seriamente o game: não é concebível, hoje em dia, uma queda de taxa de quadros tão vertiginosa, principalmente na edição para PlayStation 3.Explorar para quê?A mais recente edição de "Need for Speed" retoma o esquema de ter uma cidade aberta para exploração, algo que foi deixado de lado em "ProStreet", de 2007. Mas, com o aparecimento de games como "Test Drive Unlimited", "Midnight Club: Los Angeles" e "Burnout Paradise" (este, da própria Electronic Arts), o mapa expansivo de "Undercover" foi colocado em xeque: enquanto os concorrentes obtiveram sucesso fazendo com que a exploração de uma grande área urbana seja prazerosa, dirigir por Tri-City é como andar por uma cidade fantasma.Felizmente, o jogador não precisa ficar circulando até encontrar um evento para participar: basta pressionar um botão que o game leva o jogador até à corrida mais próxima. Mas as provas e missões nem sempre acontecem no mesmo mapa do modo de exploração. Em muitas corridas, muitos acessos são fechados, formando circuitos ou pistas lineares. Enfim, é mais uma demonstração da inutilidade do mapa aberto do game, pois mesmo os eventos que acontecem numa pista aberta requerem uma nada breve tela de "loading" para preparar o cenário.Como o título sugere, o protagonista é um agente infiltrado, que tenta desbaratar uma gangue motorizada que participa de corridas ilegais e se envolve com tráfico de drogas. O enredo está mais para pretexto para o jogador sair rasgando nas ruas e detonando outros policiais. Também é uma oportunidade para mostrar atrizes esbeltas, como Maggie Q ("Duro de Matar 4.0"), a "need for speed girl" da vez, tudo num clima de filme B.Polícia e bandidoO jogo tem seus momentos. Existem pistas engenhosas que trazem várias rotas alternativas, algumas bem escondidas. Entre as missões, se destacam aquelas em que é preciso ficar à frente de um concorrente e enfrentando tráfego, e as cuja exigência é escapar da polícia. Como em "Burnout", dirigir perigosamente traz "prestígio" ao protagonista, que o faz se aproximar cada vez mais de grupos criminosos. Andar na contramão, tirar "fina" de carros e correr sem se acidentar são algumas das ações que rendem pontos. As perseguições policiais, que estão na origem do game, representam algumas das melhores partes do game, principalmente quando o objetivo é causar danos ao patrimônio público. O multiplayer é simples, com desempenho online apenas regular, mas o modo de polícia versus ladrão diverte.Se você está procurando desafio, fique longe de "Undercover". O game, que não tem seleção de nível de dificuldade, é muito fácil. Geralmente, nas corridas, o jogador vence praticamente de ponta a ponta com uma vantagem incrível, mesmo que esteja a bordo de uma "carroça" e competindo entre os mais possantes Corvettes e Lamborghinis. Somente as missões em que não se dar perda total no carro possui alguma dificuldade, pois, quando não é o jogador que bate, tem um policial fazendo isso por você. Se estiver num aperto, pode-se ativar o speedbreaker, que deixa a ação mais lenta (e ainda mais fácil)Mo-vi-men-to qua-dro a qua-dro
O problema mais sério do game é seu desempenho instável. A taxa de quadros, em geral, não é ruim, mas pode cair bastante. No Xbox 360, mesmo nos piores momentos, não chega a influenciar a mecânica de jogo (apesar de incomodar), mas, no PlayStation 3, pode ir ao patamar de quadro a quadro. Também não é incomum, no console da Sony, travar o jogo por instantes quando acontece um acidente. No PC, o problema é menos perceptível, desde que o nível de detalhes do game esteja condizente com a qualidade da placa de vídeo. O jogo também tem erros de programação: em determinado momento, o carro atravessou o chão e foi caindo para o infinito. A alternativa foi recomeçar a corrida.Visualmente, "Undercover" agrada. Certamente, para os padrões de hoje, os gráficos podem ser considerado simples, mas o design da cidade é bom. Mas faltou dar vida aos ambientes, pois há poucos carros e nenhum pedestre. Com desempenho pífio, há poucos objetos na tela: nas corridas, não há praticamente nenhum tráfego; só em provas como a corrida mano a mano e nas perseguições policiais, aparecem vários veículos nas pistas. A parte sonora tem mais sorte: o ronco dos motores transmite potência e a trilha musical casa bem com o estilo urbano do game.
considerações finais
Embora tenha momentos de diversão, "Need for Speed Undercover" é um dos episódios mais fracos da franquia. Os pontos negativos vão de simples equívocos (como a utilidade da exploração de um mapa aberto) até a instabilidade da taxa de quadros, que deixa o game, em alguns momentos, impraticável. Para quem gosta de corridas, é melhor procurar em outras freguesias - ou na própria Electronic Arts, que é dona do excelente "Burnout Paradise". Se você quer conhecer "Need for Speed", a solução é voltar no tempo e ficar com "Most Wanted", de 2005, um dos pontos altos da série
http://br.youtube.com/watch?v=4U5Ymw50l64
VEJÃ O VIDEO ACIMA
NOTA DO JOGO 6
O problema mais sério do game é seu desempenho instável. A taxa de quadros, em geral, não é ruim, mas pode cair bastante. No Xbox 360, mesmo nos piores momentos, não chega a influenciar a mecânica de jogo (apesar de incomodar), mas, no PlayStation 3, pode ir ao patamar de quadro a quadro. Também não é incomum, no console da Sony, travar o jogo por instantes quando acontece um acidente. No PC, o problema é menos perceptível, desde que o nível de detalhes do game esteja condizente com a qualidade da placa de vídeo. O jogo também tem erros de programação: em determinado momento, o carro atravessou o chão e foi caindo para o infinito. A alternativa foi recomeçar a corrida.Visualmente, "Undercover" agrada. Certamente, para os padrões de hoje, os gráficos podem ser considerado simples, mas o design da cidade é bom. Mas faltou dar vida aos ambientes, pois há poucos carros e nenhum pedestre. Com desempenho pífio, há poucos objetos na tela: nas corridas, não há praticamente nenhum tráfego; só em provas como a corrida mano a mano e nas perseguições policiais, aparecem vários veículos nas pistas. A parte sonora tem mais sorte: o ronco dos motores transmite potência e a trilha musical casa bem com o estilo urbano do game.
considerações finais
Embora tenha momentos de diversão, "Need for Speed Undercover" é um dos episódios mais fracos da franquia. Os pontos negativos vão de simples equívocos (como a utilidade da exploração de um mapa aberto) até a instabilidade da taxa de quadros, que deixa o game, em alguns momentos, impraticável. Para quem gosta de corridas, é melhor procurar em outras freguesias - ou na própria Electronic Arts, que é dona do excelente "Burnout Paradise". Se você quer conhecer "Need for Speed", a solução é voltar no tempo e ficar com "Most Wanted", de 2005, um dos pontos altos da série
http://br.youtube.com/watch?v=4U5Ymw50l64
VEJÃ O VIDEO ACIMA
NOTA DO JOGO 6
EA fechará 9 estúdios e demitirá 10% de seus funcionários
Como parte de um plano de reestruturação, a Electronic Arts vai fechar pelo menos nove estúdios internos, incluindo a EA Black Box, produtora de "Skate" e da popular franquia "Need for Speed".Com o fechamento da Black Box, a EA vai realocar os times de desenvolvimento do estúdio e "franquias associadas" para um escritório próximo, em Burnaby, British Columbia. Os demais estúdios que serão desativados ainda não foram divulgados.Além disso, a companhia também vai demitir 1.000 empregados, o que corresponde a cerca de 10% de sua força de trabalho global - anteriormente, a EA havia mencionado que demitiria 6% de seus funcionários. A maioria destas ações deve ocorrer antes de 31 de março de 2009, quando se encerra o atual ciclo fiscal da empresa.Com o plano, a Electronic Arts espera economizar aproximadamente US$ 120 milhões, além de custos em torno de US$ 55 milhões e US$ 65 milhões nos próximos trimestres. A distribuidora também declarou um novo foco em "jogos de impacto com maior margem de chances", seguindo com a confirmação de que vai cancelar vários títulos, ainda não mencionados. No entanto, a EA ressaltou que ainda está "comprometida a correr riscos com criatividade".A EA Black Box recentemente lançou "Need for Speed: Undercover", um dos títulos mais criticados da franquia - e que não conseguiu atingir suas metas de vendas - e ajudou na criação de "Skate It" para Wii e Nintendo DS."Skate 2", presumidamente o último game sob o selo Black Box, chegará ao PlayStation 3 e Xbox 360 em 21 de janeiro
Grand Theft Auto 4
Na praça desde o último mês de abril, quando foi lançado para Xbox 360 e Playstation 3, "Grand Theft Auto IV" vendeu mais de 6 milhões de cópias e arrancou elogios da crítica e público. Agora é a vez do PC receber uma versão do blockbuster, para o alívio dos fiéis entusiastas da plataforma, que ganham algumas melhorias importantes como forma de compensar o atraso. Porém, nem tudo é festa: a conversão para computadores é um tanto relaxada, apresentando instabilidade e pedindo uma máquina absurdamente potente para rodar como deveria.História de cinema
Mexam-se, garotas!
Dois fatores são fundamentais para o sucesso deste "GTAIV", como é mais conhecido, e o primeiro deles é a narrativa. Os irmãos Sam e Dan Houser, chefões da Rockstar Games, nunca esconderam sua paixão pelo cinema e aqui utilizam de todos os truques e técnicas narrativas imagináveis para dar ao jogo aquele climão de filme de gângster, sem o tom exagerado, beirando a paródia, de alguns dos episódios anteriores.A figura principal aqui é Niko Bellic, ex-soldado de conflitos do leste europeu que vai para a América na esperança de conseguir uma vida melhor na companhia de seu primo Roman. Ao desembarcar em Liberty City, porém, descobre que seu parente está envolvido até o pescoço com o submundo do crime local. Para livrá-lo, acaba forçado a se envolver em trabalhos sujos envolvendo roubos de carro, extorsão e até assassinatos. Assistimos então o declínio de um homem marcado pelo passado em uma jornada sem volta - em uma série de missões que testam a integridade moral do protagonista.Niko é retratado de maneira impecável, que faz com que você torça por ele, por mais moralmente repulsivo que acabe se tornando. Fruto do belo trabalho de caracterização, que tenta embasar e construir seu histórico, suas motivações e delinear sua personalidade com perfeição. E assim também acontece com boa parte do elenco de apoio, como Roman, o amigo Little Jacob e o interesse amoroso Michelle, entre vários outros. Todos são retratados de forma extremamente humana, criando um vínculo entre os personagens, ainda raro de se ver nos videogames, mesmo com tanta tecnologia disponível hoje. É um aspecto tão sabiamente valorizado pelo jogo que existem vários minigames que servem apenas para fortalecer este elo - basta você ligar para alguém para marcar uma partida de boliche, por exemplo.
Cidade viva
O outro fator fundamental para a incrível sensação de imersão é a ambientação. Liberty City, para todos os efeitos, é uma cidade real. Pode parecer exagero, mas nunca uma cidade foi retratada com tanto realismo, criada com tantos detalhes quanto aqui
considerações finais
"Grand Theft Auto IV" é um jogo de videogame revolucionário, que consegue manter forte sua tradição e elementos que tornaram a franquia famosa e, ao mesmo tempo, adiciona uma série novidades que enriquecem a experiência. Dificilmente personagens foram retratados com tanta humanidade quanto neste jogo, o que o coloca à frente de seu tempo, assim como a ambientação, bem mais envolvente do que se encontra por aí. Pena que a conversão para PC, mesmo contando com visuais mais chamativos e alguns extras bacanas, apresente muitos momentos de instabilidade e necessite de uma máquina parruda para brilhar como deve.
NOTA DO JOGO 10
Mexam-se, garotas!
Dois fatores são fundamentais para o sucesso deste "GTAIV", como é mais conhecido, e o primeiro deles é a narrativa. Os irmãos Sam e Dan Houser, chefões da Rockstar Games, nunca esconderam sua paixão pelo cinema e aqui utilizam de todos os truques e técnicas narrativas imagináveis para dar ao jogo aquele climão de filme de gângster, sem o tom exagerado, beirando a paródia, de alguns dos episódios anteriores.A figura principal aqui é Niko Bellic, ex-soldado de conflitos do leste europeu que vai para a América na esperança de conseguir uma vida melhor na companhia de seu primo Roman. Ao desembarcar em Liberty City, porém, descobre que seu parente está envolvido até o pescoço com o submundo do crime local. Para livrá-lo, acaba forçado a se envolver em trabalhos sujos envolvendo roubos de carro, extorsão e até assassinatos. Assistimos então o declínio de um homem marcado pelo passado em uma jornada sem volta - em uma série de missões que testam a integridade moral do protagonista.Niko é retratado de maneira impecável, que faz com que você torça por ele, por mais moralmente repulsivo que acabe se tornando. Fruto do belo trabalho de caracterização, que tenta embasar e construir seu histórico, suas motivações e delinear sua personalidade com perfeição. E assim também acontece com boa parte do elenco de apoio, como Roman, o amigo Little Jacob e o interesse amoroso Michelle, entre vários outros. Todos são retratados de forma extremamente humana, criando um vínculo entre os personagens, ainda raro de se ver nos videogames, mesmo com tanta tecnologia disponível hoje. É um aspecto tão sabiamente valorizado pelo jogo que existem vários minigames que servem apenas para fortalecer este elo - basta você ligar para alguém para marcar uma partida de boliche, por exemplo.
Cidade viva
O outro fator fundamental para a incrível sensação de imersão é a ambientação. Liberty City, para todos os efeitos, é uma cidade real. Pode parecer exagero, mas nunca uma cidade foi retratada com tanto realismo, criada com tantos detalhes quanto aqui
considerações finais
"Grand Theft Auto IV" é um jogo de videogame revolucionário, que consegue manter forte sua tradição e elementos que tornaram a franquia famosa e, ao mesmo tempo, adiciona uma série novidades que enriquecem a experiência. Dificilmente personagens foram retratados com tanta humanidade quanto neste jogo, o que o coloca à frente de seu tempo, assim como a ambientação, bem mais envolvente do que se encontra por aí. Pena que a conversão para PC, mesmo contando com visuais mais chamativos e alguns extras bacanas, apresente muitos momentos de instabilidade e necessite de uma máquina parruda para brilhar como deve.
NOTA DO JOGO 10
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